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BRUXELAS

BRUXELAS

Retenção de dados volta a causar polémica

 

 

A Comissão Europeia (CE) prepara-se para rever a controversa directiva relativa à retenção de dados, aprovada no seguimento dos atentados terroristas de Londres e Madrid, e cuja aplicação difere entre os 27, nomeadamente sobre que autoridade(s) podem ter acesso a estes dados.
Segundo esta directiva, os estados-membros podem reter informações dos cidadãos (e-mail, endereços IP, chamadas online e de telefones móveis e fixos) por um período de seis meses a dois anos para ajudar nas investigações. O Parlamento Europeu pretende reduzir esta retenção a apenas três meses e a alvos mais seleccionados. Cecilia Malmström, a comissária dos Assuntos Internos, admite que a directiva precisa de ser revista mas afirma que três meses são insuficientes e que o intervalo de tempo actual permitiu condenações de relevo relativas a fraude, redes de pedofilia ou tráfico de droga.