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BRUXELAS

BRUXELAS

Estratégia europeia para os combustíveis alternativos

O sector dos transportes na União Europeia é muito dependente do petróleo, que é maioritariamente importado e cuja segurança do abastecimento diminui, na medida em que provém de regiões do mundo com elevado grau de instabilidade. O peso da importação do petróleo no défice causado na balança comercial europeia também acresce às preocupações das instituições europeias nesta matéria.

 

A Comissão Europeia tem tentado diversificar as fontes de energia europeias, mas verifica que a disponibilidade de combustíveis limpos não tem avançado, designadamente  devido ao círculo vicioso “custo elevado dos veículos, baixo nível de aceitação pelos consumidores, falta de postos de carregamento e abastecimento”.

 

Tendo isso presente, apresentou no final da semana passada a sua estratégia para os combustíveis alternativos, que se consubstancia num pacote de medidas do qual fazem parte uma comunicação, uma directiva relativa às infra-estruturas e às normas e um documento de acompanhamento com um plano de acção para o desenvolvimento do gás natural liquefeito nos transportes marítimos. Neste pacote, destaca-se a proposta aos Estados‑Membros de um conjunto de objectivos obrigatórios tendo em vista um nível mínimo de infraestruturas para os combustíveis limpos.