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BRUXELAS

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Dinheiro europeu para a investigação farmacêutica

110 milhões de euros da União Europeia para o desenvolvimento de medicamentos. Segundo as fontes conhecidas, a verba comunitária é entregue a PMEs, grupos de pacientes, e não à indústria. Quais são as prioridades? E há alguma participação portuguesa? Portugal tem, na Fundação Champalimaud, um dos maiores investidores em investigação na área da saúde. Mas há mais.

 

Diz a notícia:
The pharmaceutical industry and the European Commission have forged a multimillion-euro collaboration aimed at developing new medicines and bringing them to market more quickly.
15 major research projects have been chosen under the Innovative Medicines Initiative, a public-private partnership which is designed to boost Europe's biopharmaceutical industry.
The European Commission will contribute €110 million under the deal, while the European pharmaceutical industry (EFPIA) is providing €136 million of in-kind funding.
Major pharmaceutical companies within the association will fully fund their own participation by providing R&D resources including staff, laboratory facilities, materials and clinical research. European Community funds will be allocated exclusively to other participants including SMEs, patient groups and academic researchers.

 

 

PS: Este é apenas mais um dos muitos financiamentos comunitários directamente atribuídos por Bruxelas em Bruxelas.

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