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BRUXELAS

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Diplomacia económica para as PME


A União Europeia quer apostar na criação de instrumentos que facilitem a vida aos 23 milhões de PME europeias, que representam mais de 98% do tecido empresarial europeu.

 

Para além da ideia de se estabelecer uma rede de gabinetes de apoio às PME nos mercados emergentes, como por exemplo no Brasil, a Comissão Europeia quer facilitar o acesso das PME ao financiamento, estando prevista adopção de um plano de acção para Dezembro.

 

O plano de acção terá como principais linhas estratégicas aperfeiçoar os critérios de acesso ao crédito, tornando-os tridimensionais, de forma a ultrapassar as limitações do critério do balanço de contas. Pretende-se que os bancos passem a incluir avaliações sobre a capacidade inovadora das PME. Outra prioridade será promover e facilitar a injecção de capital de risco em fundos de investimento num contexto transfronteiriço.

Rede Europeia de apoio às empresas

 

A rede europeia de apoio às empresas, criada pela DG Empresas e Indústria, é uma peça fundamental na promoção da competitividade e crescimento ao ajudar cerca de 2,5 milhões de PMEs a internacionalizarem-se e a obterem acesso a financiamento da UE para investigação e desenvolvimento. Este instrumento é importante já mais de 90% do tecido empresarial europeu é constituído por PME, por isso mesmo está em toda a UE e em 21 países terceiros.

Empresas da UE em dificuldades no mercado chinês

 

 

 

 

A língua e a falta de conhecimento sobre a cultura local, estão a impedir as empresas europeias de se expandirem no mercado chinês.


Para ajudar, a Comissão Europeia abriu em Pequim um centro de apoio às pequenas e média empresas (PME).


Informações, conselhos e formação é o que os empresários podem receber se quiserem importar ou investir na China.


O EU-China Management Exchange Training Programme (METP) também dá uma ajuda na integração.


Desde 2006 já receberam formação em práticas de negócios, cultura e língua chinesa 170 gestores europeus.


O programa, com uma duração de cinco anos, custou 17 milhões de euros aos cofres comunitários.

 

A Comissão quer modernizar o mercado de contratos públicos

 

 

 

 

Para que as pequenas e médias empresas (PME) possam concorrer em pé de igualdade com as grandes, a Comissão Europeia diz que é preciso rever as regras.

O mercado de contratos públicos é regulado por directivas de 2004, mas a actual conjuntura económica obriga a mudanças.

É preciso melhorar o acesso das PME aos concursos nacionais, diminuir a burocracia e impulsionar a actividade transfronteiriça.

Por isso a Comissão Europeia lançou uma consulta pública sobre a modernização do mercado de contratos públicos.

A CE quer saber qual a opinião dos interessados sobre possíveis alterações legislativas.

As perguntas que constam do Livro Verde podem ser respondidas até ao dia 18 de Abril, aqui.