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BRUXELAS

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Primeiros regimes de sustentabilidade dos biocombustíveis

 

Para que possam receber apoio estatal ou ser contabilizados para os objectivos nacionais obrigatórios em matéria de energias renováveis, os biocombustíveis utilizados na UE, quer produzidos localmente, quer importados, devem cumprir critérios de sustentabilidade. Tais critérios visam evitar a conversão de zonas caracterizadas por elevado teor de carbono e grande biodiversidade em zonas de produção de matérias-primas para biocombustíveis.

 

A sustentabilidade dos biocombustíveis deve ser controlada pelos Estados-Membros ou no âmbito de regimes voluntários aprovados pela Comissão Europeia. Esta última reconheceu recentemente sete desses regimes voluntários (ISCC, Bonsucro EU, RTRS EU RED, RSB EU RED, 2BSvs, RSBA, e Greenergy) e este reconhecimento é directamente aplicável nos 27 Estados-Membros da UE.

 

Boicote às algas na TV

 

A autoridade que rege as normas da publicidade do Reino Unido baniu um anúncio da ExxonMobil, uma das maiores empresas multinacionais de petróleo e gás, por exagerar o potencial das algas na mitigação das alterações climáticas.
O anúncio mostrava um cientista a falar sobre as algas enquanto biocombustível, afirmando que não competiam com o abastecimento alimentar, que absorviam CO2 e que, assim, ajudavam a resolver o problema da emissão de gases com efeitos de estufa. No entanto, uma queixa à referida autoridade, alegou que o CO2 absorvido pelas algas é mais tarde reenviado para a atmosfera quando queimado para produzir combustível.

A ExxonMobil alegou que os biocombustíveis de segunda geração reduzem as emissões numa base comparativa, mas o anúncio foi mesmo banido.

 

 

Automobilistas alemães boicotam biocombustível

 

 

 

Até 2020, 10% do combustível utilizado nos meios de transporte, em todos os estados-membros, tem de ser proveniente de energias renováveis.

 

Neste momento a Alemanha corre o risco de não atingir esse objectivo. Tudo porque os consumidores têm medo que o E10 (biocombustível) danifique o motor dos carros. Os motoristas preferem pagar mais pela gasolina tradicional do que por este combustível verde.

 

Preocupado com a situação, o ministro da economia alemão convocou uma reunião, no passado dia 8 de Março, com os fabricantes de automóveis, representantes da indústria do petróleo e outros interessados, numa tentativa de arranjar soluções para corrigir a situação.

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