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BRUXELAS

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Um milhão de assinaturas contra acordo UE-EUA

 

De acordo com o anunciado pelos promotores da iniciativa no passado dia 9 de Dezembro, uma petição, a pedir que se travem as negociações entre a União Europeia (UE) e os Estados Unidos e que o recentemente aprovado Acordo de Comércio entre a UE e o Canadá não seja ratificado, atingiu mais de um milhão de assinaturas. Nesse dia, o mesmo em que o Presidente Juncker completava 60 anos, cerca de 100 desses promotores, incluindo eurodeputados dos Verdes e da Esquerda Unitária (GUE), apresentaram as assinaturas à porta da sede da Comissão Europeia, no Berlaymont, em jeito de presente de aniversário indesejado.

 

Desde a assinatura do Tratado de Lisboa, que a denominada "iniciativa de cidadania europeia" possibilita a participação directa de um milhão de cidadãos da UE na definição das suas políticas, permitindo-lhes convidar a Comissão Europeia a apresentar uma proposta legislativa. Resta agora que a Comissão anuncie o que vai ser feito em resposta a esta petição, nomeadamente se confirma que a mesma respeita os critérios delineados pela iniciativa europeia. Aparentemente sim e supera-os em larga escala, uma vez que a plataforma, além das assinaturas, reúne mais de 320 grupos da sociedade civil de 24 Estados Membros.

 

Dois dias depois, a 11 de Dezembro, o think tank liberal britânico Open Europe e a The Friedrich Naumman Foundation, ligada ao Partido Liberal alemão, organizaram um debate sobre os desafios colocados pelo Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP). A dificuldade de comunicar as suas vantagens à opinião pública parece ser a maior delas, naquela que será a maior zona económica e de investimento do mundo, com um enorme potencial de dinamização do comércio mundial. Segundo a Comissária de Comércio, Cecillia Mallstrõm este "não é um acordo como outro qualquer, é o acordo entre as duas maiores potenciais mundiais e vai influenciar todas as trocas globais directa e indirectamente". Foi pedido à "larga maioria silenciosa que apoia este acordo" que se faça ouvir junto da opinião pública. Nestes incluem-se as Pequenas e Médias Empresas europeias com muitas dificuldades em penetrar no mercado norte-americano ou os exportadores de países terceiros que necessitam de duplicar testes, standards ou rótulos se querem avançar para ambos os mercados.

 

UE via SAPO Notícias

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